Vida de Programador – Parte 1
Posted by João Bosco Seixas in Geek Talk on 11/03/2010
Quem disse que vida de programador é fácil?
Se você programar em PHP a situação ainda pode ser um pouco pior
O mundo moderno e a mediocridade
Posted by João Bosco Seixas in Inteligência Digital on 08/03/2010
Há algum tempo venho refletindo sobre minha vida profissional, minhas escolhas nessa área e inevitavelmente o cenário profissional onde vivo. Sou relativamente novo, tenho apenas 24 anos, o que me levou a ter que fazer poucas escolhas até o momento. Conseqüência disso é que com poucas escolhas, houveram poucos erros e poucos acertos. Mas o mais importante são as escolhas que farei de agora em diante.
Olhando para o futuro e analisando o contexto onde estou inserido, cheguei a uma conclusão muito interessante. “Coisas” modernas não são boas.
Você pode achar interessante que uma pessoa apaixonada por tecnologia se diga contra “coisas” modernas. Mas se você chegar até o fim desse texto, vai entender muito bem o que eu quero dizer com isso.
A pouco tempo atrás a Google anunciou um sistema de tradução de voz simultânea para seus celulares Android. Isso significa que em breve a língua vai deixar de ser uma barreira para muitas pessoas no mundo e isso é excelente, viva a modernidade!
O que vou dizer agora não é uma critica ao software, pois acho a idéia excepcional e sem duvida esse produto vai agregar mais valor a vida das pessoas. Mas vocês conseguem perceber a sutil implicação que isso pode ter a longo prazo na sociedade? Supondo que o sistema funcione 100%, com o passar do tempo deixaríamos de ter pessoas interessadas em “aprender” a língua. Já que temos um produto que faz a interface, não precisamos mais aprender, precisamos apenas saber como usar.
Hoje eu estudo em uma faculdade moderna, trabalho com produtos e ferramentas modernas e estou inserido em uma sociedade igualmente moderna. Você consegue perceber a implicação disso tudo?
Estudo em uma faculdade que se quer ensina o que deveria ensinar. Trabalho com ferramentas que procuram abstrair uma parte do processo intelectual. Tudo isso em nome da suposta produtividade, em nome de estar pronto para o mercado, estar pronto para atender as necessidades do dia a dia. Nesse processo o que é realmente importante fica para trás, o conhecimento é deixado em segundo plano e a grande estrela é a execução.
Aos poucos e cada vez mais, deixamos de ser pessoas que constroem algo para sermos pessoas que utilizam algo. Nesse ponto já não é difícil perceber a mediocridade que existe nisso não é?
Depois que me dei conta disso, todos os dias acordo tentando lutar contra mediocridade, mas não é fácil. Por vezes sou vencido, mas continuo a lutar. É difícil olhar ao redor e ver poucos exemplos a serem seguidos. Na maioria das vezes se olha para o lado e se vê mais centenas de profissionais iguais a todos os outros, prontos para apenas executar…
Então de agora em diante tente exercitar um pouco mais sua inteligência, seja curioso, não aprenda apenas como fazer, aprenda também o porque fazer, aprenda como não fazer e aprenda a desfazer. Comece os exercícios evitando a modernidade, depois vamos deixar de “achar” e começar a termos certeza. A luta não é fácil, principalmente quando você se da conta do quão medíocre você é, e que você está sozinho nessa luta.
Estou tentando ficar menos ignorante na área de gestão/administração, mas com a devida licença, tenho que discutir uma máxima aplicada no dia a dia. Ao contrario do que se diz popularmente, acredito que devemos ter foco no problema. Focar na solução só vai ajudar momentaneamente, mas se o problema aparecer novamente em um contexto diferente, você terá que buscar outra solução. Se você tem o foco no problema, analisa e entende ele, você pode achar soluções para qualquer contexto com muito mais facilidade. Entender o que acontece é fundamental.
Você pode chegar a esse ponto sem concordar com metade das coisas que foram ditas, ou mesmo sem encontrar nenhum significado nesse texto, mas se pelo menos uma pessoa conseguir entender o que estou tentando explicar, então o tempo gasto escrevendo esse texto valeu a pena.
Eu não quero mudar de contexto profissional, eu quero modificar o contexto em que eu estou inserido.
Números da Internet
Posted by João Bosco Seixas in Inteligência Digital on 01/03/2010
1.73 Bilhões de usuários(setembro 2009)
90 Trilhões é o número de e-mails enviados em 2009
81% é o percentual de e-mails que são SPAM
126 milhões de Blogs no mundo
O que você pensa da internet?
Nota Geek: Lara Croft vira nome de rua na Inglaterra
Posted by João Bosco Seixas in Geek Talk on 28/02/2010
É isso mesmo que você leu, a personagem da famosa serie de games, Tomb Raider, virou nome de rua na Inglaterra. Pelo visto não é só aqui na Bahia que o pessoal usa critérios de gosto duvidoso para dar nomes a ruas aeroportos e etc… Pensando bem, o critério inglês é muito melhor que o baiano. Reflexos da cultura Geek no mundo moderno. Para ler mais, basta clicar aqui
Relógio transparente
Posted by João Bosco Seixas in Geek Talk on 27/02/2010
Eu não gosto muito de produtos conceito, muito imaginativos, pouco realista e difíceis de implementar. Mas esse em particular chamou minha atenção pela beleza e pelo fato de ser realista, pois a implementação dessa obra é perfeitamente possível. Talvez custe um pouco caro, mas sempre há gente com dinheiro suficiente para adquirir produtos de qualidade.


Para conhecer o site do artista, basta clicar aqui
Peças de decoração que eu gostaria de ter em casa
Posted by João Bosco Seixas in Geek Talk on 26/02/2010
Assim como os Macs quebrados, essa também é uma bela peça de decoração geek
E você gostaria de decorar sua casa com uma fita magnética dessas?
Papel higiênico que brilha no escuro
Posted by João Bosco Seixas in Geek Talk on 22/02/2010
Quando você vai ao banheiro durante a noite você tem dificuldade de achar o papel higiênico no escuro? Se você for esse tipo de pessoa, seus problemas estão resolvidos. O futuro chegou, agora podemos ter papel higiênico que brilha no escuro!
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As pessoas podem investir seu tempo e dinheiro em todo tipo de coisa, mas investir em pesquisa para no final das contas produzir merda brilhante, é um pouco demais, até para mim, mas tem louco para tudo nesse mundo, viva a tecnologia!
Mas a pergunta é: você usaria um desses?
Report server – Report viewer Erro 404 – File or directory not found
Posted by João Bosco Seixas in Hacks, Tips and Tricks on 21/02/2010
Esse é um problema que se tornou recorrente comigo na utilização do report services com SQL Server 2008. No inicio não há causa aparente, mas perdendo algum tempo de investigação, você consegue descobrir o motivo. Mas essa dica rápida é para que você não perca esse tempo de pesquisa, que geralmente te leva a dezenas de paginas inúteis antes de achar a solução.

Se você produz relatórios para serem exibidos através do report viewer, usando o report services, você pode se deparar com um erro 404 de pagina não encontrada, dentro do frame do relatório. O sintoma clássico desse problema é que ele não acontece enquanto você estiver rodando a solução em modo debug na sua maquina. Esse problema só ocorre quando a pagina é colocada no IIS 7.
Antes de começar a descrever a solução, verifique se existe essa entrada no seu web.config, na seção de handler:
<add name=”Reserved-ReportViewerWebControl-axd” path=”Reserved.ReportViewerWebControl.axd” verb=”*” type=”Microsoft.Reporting.WebForms.HttpHandler” resourceType=”Unspecified” />
Toda vez que você adiciona o controle report viewer em alguma pagina do seu projeto, essa entrada deve ser preenchida automaticamente no web.config.
O restante da solução é bem simples.
Selecione o Website com problema no gerenciador do IIS 7, clique no icone Handler Mappings
- No painel da lateral direita clique em “Add Managed Handler”
- Preencha o box com os seguintes valores:
- Request path: Reserved.ReportViewerWebControl.axd
- Type: Microsoft.Reporting.WebForms.HttpHandler
- Name: Reserved-ReportViewerWebControl-axd
Então basta clicar OK e rodar o relatório novamente
Afinal, o Arquiteto de Software existe?
Li sobre o papel do Arquiteto de Software em um texto da revista Mundo Java e resolvi falar um pouco sobre este assunto, muito embora não seja um especialista neste assunto em Arquitetura, ainda. Mas na verdade a idéia e passar a experiência e ler os comentários, que na maioria das vezes são muito interessantes.
Conheço muitas pessoas da área, de desenvolvimento de software, naturalmente, que trabalham e já trabalharam em diferentes empresas e em pouquíssimas delas ouve-se efetivamente falar da figura do arquiteto de software. Enfim, o arquiteto é traduzido naquele Analista de Sistemas mais experiente, na maioria das vezes, que consegue definir melhor como o sistema deve ser estruturado e pronto. Sorte dos sistemas e dos clientes, que para o escopo em que o sistema estará definido por quase toda a sua vida útil aquela arquitetura funciona.

E quando o escopo da aplicação muda repentinamente, por conta de alguma nova tecnologia, alguma nova regra de negócio? E agora? Em geral a resposta está implícita, mas é: “Problema do desenvolvedor, ele resolve”.
Afinal de contas, falamos em Arquiteto de Software, mas nós sabemos exatamente o que vem a ser Arquitetura de Software? No texto o qual estive lendo há uma boa definição genérica para tal, ele diz: “basicamente, o que entendemos como arquitetura é a infra-estrutura técnica que fundamentará os alicerces principais da aplicação sendo desenvolvida”. Como não discutiremos esse assunto, essa definição está muito boa até aqui.
Agora que temos uma boa definição para Arquitetura de Software, resta ao arquiteto a função de modelar essa infra-estrutura pensando em todos os pontos existentes desde as camadas da aplicação a protocolos de comunicação e requisitos não-funcionais da arquitetura e por vezes orientar os analistas de sistemas e desenvolvedores envolvidos no
projeto quais as melhores formas de implementar, a fim de respeitar o modelo arquitetural apresentado.
Então para tal façanha o Arquiteto de Software, deverá conhecer os princípios de diversas tecnologias, diversos padrões arquiteturas, os benefícios e limitações das tecnologias para poder ao final de tudo apresentar uma prova arquitetural consistente e baseada em respostas conhecidas a problemas semelhantes.
E ainda, acompanhar todo o trabalho de implementação para conhecer e contornar os problemas que poderão ser encontrados nesta etapa.
Por fim, e não menos importante, esse profissional deverá atualizar-se “just-in-time” para enfrentar os novos desafios.
Alguém conhece quem é esse cara na empresa em que trabalha ou em algum lugar? O profissional (ou grupo) que pensa soluções arquiteturais e as viabiliza baseando-se nos requisitos e nas tecnologias existentes para tal?
DDoS em Redes Celulares
Posted by João Bosco Seixas in Geek Talk on 17/02/2010
Alguns serviços funcionam com tanta precariedade hoje em dia, que é preciso muito pouco para que tudo desmorone. Um exemplo disso são as redes celulares. Não bastasse o padrão GSM ser totalmente vulnerável a escutas telefônicas, os celulares terem serios problemas com bluetooth e Wi-Fi, ainda temos que trafegar por uma estrutura que pode desmoronar a qualquer momento.
Lendo sobre ataques improváveis e “refletindo” sobre possibilidades, cheguei a conclusão que existe uma forma simples e rápida de tirar do ar uma célula de uma rede celular, em uma grande cidade.

É fato conhecido por todos que algumas células da rede celular são sobrecarregadas nos horários de pico, pela utilização massiva. Isso acontece bastante nos centros financeiros das grandes cidades. Agora vamos adicionar a esse cenário de sobrecarga, uma centena ou menos, de pessoas portando um aplicativo no celular contendo esses códigos maliciosos.
Suponha que de alguma forma vários celulares portem um mesmo código capaz de obter dados do GPS e se comunicar com a internet. O código pode ser escondido dentro de um jogo ou mesmo usado intencionalmente.
Essa é a receita perfeita para um desastre. Basta esse código malicioso ser acionado baseado nos dados do GPS e pronto, temos um ataque DDoS contra a rede celular, baseado em geo-localização. O que esse código vai fazer? Utilizar o máximo de banda que conseguir. Baixar algum arquivo qualquer gigante na internet e ocupar a rede como o máximo de trafego de dados possível, pelo máximo de tempo. Será que as operadoras tem alguma proteção contra esse tipo de ataque? Duvido muito.
Alguns podem pensar que isso é coisa de filme, que vai exigir um nível de conhecimento técnico muito grande para ser feito. Mas na verdade não é…
Um aplicativo que vai rodar um código capaz de se conectar com a internet, que vai de tempos em tempos, conectar a um serviço especifico rodando na web, obtendo a posição que deve ser “atacada”, e a cada posição obtida, o aplicativo deve comparar com sua propria posição, através dos dados do GPS. Se for sua posição, então o telefone deverá começar a fazer o download de um filme do youtube por exemplo.
Pronto, temos toda a arquitetura montada. Dessa forma podemos criar um exercito de aplicativos para reproduzir esse ataque em grande escala em grandes centros. Alguem quer me ajudar a testar essa teoria?
*Todo o texto é meramente ilustrativo e hipotético, não me responsabilizo por nenhum ato praticado com base nessa idéia.
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